Fale com um engenheiro.
A primeira conversa não tem custo e serve para responder três coisas: se o projeto é viável, quanto custa e em quanto tempo fica pronto. Se não for um trabalho para a OmniTech, dizemos isso na mesma conversa.
Perguntas que aparecem em toda primeira conversa.
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Depende do escopo e do modelo de contratação. Em alocação de equipe, o custo acompanha o tamanho e a senioridade do time alocado. Em escopo fechado, a proposta traz custo, prazo e premissas por escrito antes da assinatura. Projetos pequenos costumam se resolver em algumas semanas de equipe; plataformas completas ocupam ciclos de vários meses.
A propriedade e a forma de transferência são definidas em contrato e variam conforme o modelo. Em alocação de equipe, o desenvolvimento acontece na infraestrutura e no repositório do próprio cliente. Em escopo fechado, o código e a documentação de arquitetura fazem parte da entrega.
Assumimos, começando por uma auditoria de duas a três semanas: leitura do código, mapa de dependências, riscos de segurança e custo de infraestrutura. O resultado é um relatório com o que se aproveita, o que precisa ser reescrito e em que ordem.
Times pequenos e sêniores, tipicamente de dois a cinco engenheiros por projeto. Quem desenha a arquitetura participa da implementação, sem transferência do projeto para outra equipe depois da contratação.
Por contrato de operação separado, com janela de atendimento, tempo de resposta por severidade e plantão quando o sistema exige. Na ausência desse contrato, entregamos a documentação e a equipe do cliente assume a operação.
Sim. Quando já existe equipe interna, esse costuma ser o arranjo mais produtivo, porque a transferência de conhecimento acontece ao longo do projeto, distribuída entre as entregas.