Triagem clínica por IA com o protocolo Manchester
Num pronto atendimento virtual, a gravidade do caso precisa ser conhecida antes de ele chegar ao médico. A partir de uma conversa com o paciente, o protocolo de Manchester adaptado à telemedicina é aplicado até o caso ser enquadrado em um de quatro níveis de risco.
Stack
Casos graves chegam priorizados, com os sinais de alerta destacados para o médico.
O desafio
Num pronto atendimento virtual, não existe triagem presencial nem enfermeira disponível para avaliar cada paciente antes da consulta, mas a gravidade do caso precisa ser conhecida assim que ele entra na fila. Sem essa informação, um caso grave espera na mesma posição que um caso leve, e o médico só descobre a urgência ao ler o histórico já dentro do atendimento. Aplicar manualmente o protocolo de Manchester a cada consulta não sustenta um volume alto de pacientes, e adaptar um protocolo clínico validado para uma conversa por texto, sem presença física, exige que a classificação de risco aconteça de forma confiável antes de qualquer intervenção humana.
A abordagem
- 01
Conversa com o paciente conduzida por LLM, Claude e GPT via AWS Bedrock, seguindo o protocolo de Manchester adaptado à telemedicina.
- 02
Classificação incremental até o caso ser enquadrado em um dos quatro níveis de risco do protocolo.
- 03
Backend em TypeScript e Fastify, rodando em EKS.
- 04
Sinais de alerta identificados durante a triagem ficam destacados para o médico que assume o caso.
O resultado
- Casos graves chegam priorizados ao médico
- Sinais de alerta destacados automaticamente, sem depender de leitura manual do histórico
Frente aplicada
Multi-Agentes de IA
Agentes que executam tarefas com limite, registro e custo previsível.
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Traga o problema para um engenheiro.
A primeira conversa é com um engenheiro e não tem custo. Se o projeto não for adequado à OmniTech, dizemos isso logo no início e, quando possível, indicamos quem atende.